SUSTENTABILIDADE

VIVER A VIDA SEM NECESSIDADE DE DESTRUIR O PLANETA, VIVER E DEIXAR VIVER







segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Trianon




inaugura Fosso de Orquestra                    

Avançando rumo ao futuro e ampliando seus recursos tecnológicos, o Teatro Municipal Trianon escreveu, na noite deste domingo (23), mais uma importante página de sua história, com a inauguração do Fosso de Orquestra. Na ocasião, o vice-Prefeito de Campos, Doutor Chicão, representou a Prefeita Rosinha Garotinho. A presidente da Fundação Trianon, Auxiliadora Freitas, e o secretário de Cultura, Orávio de Campos, acompanharam o vice-prefeito na estréia da utilização do elevador do palco e no descerramento da placa de inauguração.

– Esta obra representa o grande investimento da Prefeitura de Campos em cultura e na manutenção e modernização deste grande teatro que tanto nos orgulha. A Prefeita Rosinha Garotinho tem grande estima pelo Trianon e não mediu esforços para que ele fosso reformado – disse Doutor Chicão.

A presidente da Fundação Trianon, Auxiliadora Freitas, destacou a importância desta inovação. “Se Campos já estava no roteiro dos grandes espetáculos nacionais, graças ao grande aparato tecnológico do Trianon, a partir de agora também estará nas temporadas de óperas, grandes orquestras e renomados musicais. Agradeço a cada um que colaborou para que este sonho se tornasse realidade, em especial a nossa prefeita”, disse.

Encontro de Corais do Sistema Petrobras – Para celebrar o grande momento vivido pelo Trianon, o palco da casa recebeu os corais Albacora, Marlim, Papa-Terra e Roncador, abrindo o encontro. As grandes emoções vieram no concerto com o Grande Coral Petrobras e a Orquestra Choral Petrobras, sob a regência do maestro José Machado Neto, coordenador geral dos Corais da Petrobras. Representantes de corais da empresa de diversas partes do país participaram do encontro.

O concerto com ares de super produção, colocou no palco 400 coralistas, emocionando a platéia com canções marcantes, como “Bolero”, de Maurice Ravel e “Fortuna”, da ópera Carimna Burana, de Carl Orff. Homenageando o Brasil, orquestra e coral reverenciaram 11 estados com canções típicas. Encerrando o concerto, foi executada a canção “Aleluia do Oratório do Messias”, de G. F. Handel.

Postado por: Thábata Ferreira - 24/10/2011 10:32:00
E eu estva lá com a minha amada.

 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CONSUMO E CONSUMISMO

Como entender a paixão pelas marcas



Objeto de desejo, símbolo de status e condicionante de nossas compras, as marcas alcançaram um lugar privilegiado em nossa sociedade, mas, como empresas como Tiffany e Rolex forjaram sua lenda? Têm algo em comum seus fundadores? O historiador e consultor Fernando Garcés responde a estas perguntas em "Historia del Mundo con los Trozos más Codiciados" (“História do Mundo com as Peças mais Cobiçadas”, em tradução livre do espanhol).

Animal simbólico, o ser humano adaptou, desde as civilizações mais antigas, a forma de vestir, os meios de transporte e inclusive a alimentação a suas ideias. Ao redor desta necessidade foram surgindo as marcas, capazes de gerar, segundo Garcés, uma magia, uma auréola que as tornam atrativas para o consumidor. "Não compramos produtos, compramos a história que está por trás deles", assegura à Agência Efe.


Cada novo lançamento da Apple é precedido de longas filas formadas pelos fãs da marca (Foto: Ef …
Do pulso de exploradores como Tenzing Nogay, o sherpa que acompanhou em 1953 sir Edmund Hillary ao topo do Everest, a luxuosa companhia Rolex forjou sua lenda. Enquanto isso, empresas como Apple e Harley Davidson conseguiram se posicionar no imaginário coletivo como "marcas dos rebeldes, dos que são diferentes", segundo Garcés.

Se o que procuramos é uma fragrância que transmita luxo, então devemos falar necessariamente de Chanel nº5. Fruto de uma colaboração em 1921 entre a estilista Coco Chanel e o filho do último perfumista do czar, Ernest Beaux. Sua lenda se associa a atrizes como Marilyn Monroe, Catherine Deneuve e Nicole Kidman.

Mas não só os objetos de luxo estão representados por grandes marcas. A Coca-Cola, a bebida inventada por John Pemberton em 1885 quando pesquisava um remédio para aliviar as dores de cabeça, é hoje o refrigerante mais consumido do mundo.

O luxo dos pobres

Uma coisa que surpreende é descobrir que muitas das marcas que hoje associamos às altas esferas foram criadas por pessoas pobres em situações difíceis.

O historiador lembra, entre outras, as histórias de Walt Disney submetido às surras de seu pai na infância, ou as origens humildes de Henry Royce, cofundador da empresa de veículos exclusivos Rolls Royce, que viveu em um quartinho no jardim de um dos empregados da fábrica para a qual trabalhou.

Longe de pensar que estes casos são meras coincidências, Garcés acredita que as "situações de necessidade" unidas a algo "fascinante" estimulam a criação. "Se você está acomodado não vai buscar nada", disse comparando estes empresários com os antigos conquistadores, que zarparam dos lugares mais miseráveis em procura de El Dorado.

Imersa nessa luta pelo progresso, Coco Chanel, uma menina francesa criada em um orfanato onde aprendeu a costurar, fundou em 1910 com o apoio econômico de Arthur "Boy" Capel a primeira loja da Modas Chanel.

Conta a lenda que, após alcançar o prestígio e a fama mundial que transformaram suas peças em objeto de desejo das classes mais poderosas, decidiu "se vingar" delas transformando em tendência algumas das características dos mais pobres, como o bronzeado, próprio das camponesas; o vestido negro "Robe Noire", inspirado no traje de seu antigo orfanato; ou a roupa listrada, reservada até então aos marinheiros.

A religião das marcas
O que atrai centenas de pessoas a passar várias noites ao relento para comprar o novo aparelho da Apple? Por que muitos consumidores defendem com fervor os objetos que compram? Na opinião de Garcés, isto acontece porque as marcas ocupam, cada vez mais, o espaço perdido pelas religiões em nossa sociedade.

"Na realidade o catolicismo é uma marca e o islamismo outra", diz, após afirmar que nada tem de preocupante esta tendência, já que, se elas não o fizessem, outro produto acabaria ocupando esse lugar privilegiado. "Qualquer tendência social que repercuta na maioria se transforma, queira ou não, em uma religião", explicou.

As origens
Após chegar à Califórnia em plena febre do ouro, disposto a se beneficiar das necessidades dos mineradores, o jovem Levi Strauss em breve descobriu a enorme quantidade de calças que eram consumidas devido à pouca resistência dos tecidos da época.

Usando materiais de lugares remotos como a sarga, fabricada na cidade francesa de Nîmes, e um corante procedente da Índia, o azul índigo, criou uma peça que perdurou praticamente sem variações por mais de um século.

Igualmente surpreendente é o caso da Tiffany & Co. que, fundada em 1837, foi a princípio uma espécie de bazar. Aproveitando as revoluções e guerras que em 1848 assolaram a Europa, seu dono, Charles Tiffany, comprou diferentes joias da coroa francesa que revendeu a preços astronômicos, iniciando o caminho que o levaria a ser uma das joalherias mais emblemáticas do mundo.

CONSUMO

OS RECEPIENTES DE GARRAFAS PET POLUEM O PLANETA CADA VEZ MAIS.

A COCA COLA É UMA MARCA MUITO BEM FEITA, E O REFRIGERANTE MAIS COSUMIDO NO MUNDO E O QUE MAIS GASTA COM PROPAGANDA.

O SER HUMANO É LIVRE PARA FAZER AS SUAS ESCOLHAS, BEBA REFRIGERANTES E NÃO BEBA SUCO NATURAL, SÓ PARA VC FICAR NA MODA.

SALVE O CONSUMISMO.

SALVE AS ESTRIAS, A OBESIDADE, A DIABETIS ETC.

VOCE MERECE.

sábado, 15 de outubro de 2011

FELIZ DIA DOS PROFESSORES

Esta é minha mensagem para todos (as) os nossos amigos (as) companheiros (as) que desempenham com maestria a missão de ser professor no Brasil. Àqueles e àquelas que contribuem para o reconhecimento da nossa profissão, pela nossa valorização e a fazem acontecer com suas práticas, que seguem formando discípulos (como formaram a mim, discípula de tantos), meu carinho, meu respeito. Feliz dia do professor para nós!!!!!!!!!!!!!

No novo tempo, apesar dos castigos
Estamos crescidos, estamos atentos, estamos mais vivos
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
Da força mais bruta, da noite que assusta, estamos na luta
Pra sobreviver, pra sobreviver, pra sobreviver
Pra que nossa esperança seja mais que a vingança
Seja sempre um caminho que se deixa de herança
No novo tempo, apesar dos castigos
De toda fadiga, de toda injustiça, estamos na briga
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
De todos os pecados, de todos enganos, estamos marcados
Pra sobreviver, pra sobreviver, pra sobreviver
No novo tempo, apesar dos castigos
Estamos em cena, estamos nas ruas, quebrando as algemas
Pra nos socorrer, pra nos socorrer, pra nos socorrer
No novo tempo, apesar dos perigos
A gente se encontra cantando na praça, fazendo pirraça

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mar sem fim

"Hoje entendo bem meu pai. Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou tv. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. ... Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser, que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver." Amyr Klink
Quanta sabedoria, quantos professores acham que sabem tudo e na verdade... A Geografia é feita com o pé no chão, é necessário um maior número de deslocamentos, vamos fazer trabalho de campo sim, sempre e cada vez mais. Chega de aulas enfadonhas e mofadas com a sabedoria adquirida em velhos almanaques corroidos pelo tempo.
"Aquele que nunca saiu de sua aldeia nem sua aldeia conhece" Confúcio.

sábado, 27 de agosto de 2011


As mudanças climáticas globais estão associadas a maior constância de fenômenos meteorológicos com maior intensidade e maior frequência, muitas vezes em lugares que nunca ocorreram.

Não podemos culpar somente o homem por essas catástrofes, mas também não é possível isenta-lo totalmente. Pois a humanidade também tem a sua parcela de culpa, os desmatamentos, queimadas, emissão de gases indústrias poluentes, etc.

Acredito que o numero de mortos desses acontecimentos serão com certeza maior em países pobres, os chamados países subdesenvolvidos, principalmente os que já são assolados com estiagens e alagamentos. Como por exemplo, os países do chifre da África, com uma seca que perdura por mais de três anos, fazendo com que a fome e as doenças epidêmicas aniquilem a população africana. Outro exemplo são os países asiáticos que sofrem com o ciclo das monções, onde são intercalados períodos de seca e períodos com intensas chuvas, causando alagamentos em grandes áreas habitáveis.

Os furacões, tufões, estiagens, tempestades, nevascas entre outros são fenômenos naturais que nesse momento através da mídia recebem tratamento apocalíptico, mas com certeza o mais importante é que haja solidariedade com as pessoas que estão sofrendo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Educação

"Se uma pessoa não´pode aprender da maneira ensinada, é melhor ensiná-la da maneira que pode aprender" Marion Welchmann